quarta-feira, 24 de junho de 2015

A lavoura de soja mais produtiva do Brasil está no Paraná

A lavoura de soja mais produtiva do Brasil está no Paraná



A lavoura de soja mais produtiva do Brasil está no Paraná


Pela terceira vez consecutiva o hectare de soja mais produtivo do Brasil está no Paraná. Com um rendimento de 141,79 sacas por hectare — quase o triplo da média nacional — o produtor Alisson Alceu Hilgenberg, de Ponta Grossa (Campos Gerais) obteve rendimento recorde e se sagrou campeão do Desafio de Máxima Produtividade de Soja. O anúncio oficial foi feito nesta terça-feira (26.06) em Florianópolis (SC) pelo Comitê Estratégico Soja Brasil (CESB), que organiza o prêmio.

O presidente do Cesb, Luiz Nery Ribas, lembrou que o agricultor paranaense superou com folga o vencedor da última edição, que colheu 117 sacas por hectare. Hilgenberg também saiu vencedor da categoria Regional/Sul (soja não irrigada) e será premiado com certificado de reconhecimento e uma viagem técnica aos Estados Unidos. O evento de premiação ocorre no dia 31 de agosto, durante a 3ª Bienal de Negócios de Agricultura do Brasil Central, em Campo Grande (MS).

Em 2014 o Paraná já havia vencido o desafio nacional com o produtor Alexandre Seitz, de Guarapuava. Ele ficou com o título municipal neste ano, colhendo 126,79 sacas por hectare. Antes dele, em 2013, o título nacional também veio para o estado com o produtor Hans Jan Groenwold, de Castro (Campos Gerais) que produziu 110,5 sacas por hectare na ocasião.

Na lista abaixo estão os demais vencedores do desafio neste ano:

Soja não irrigada:

• Campeão do Norte-Nordeste: do município de Correntina, na Bahia, o produtor Rui Luiz Gaio e o consultor Ivair Gomes alcançaram a média de 112,44 sacas por hectare;

• Campeão do Centro-Oeste: da cidade de Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul, o produtor Arthur Exley Edwards e o consultor Antonio Cavicchioli Pereira Neto obtiveram a produção de 127,17 sacas por hectare;

• Campeão do Sudeste: em Capão Bonito, São Paulo, a produtora Elizana Baldisserae o consultor João Paulo de Sá Dantas obtiveram 122,99 sacas por hectare;

Soja Irrigada:

• O campeão nacional da categoria é do Sudeste, da cidade de Brasilândia de Minas, em Minas Gerais. Leonardo Latalisa França, produtor, e Lucas Gontijo de Araújo, consultor, chegaram a 113,32 sacas por hectare.

Campeões estaduais na categoria Soja Não Irrigada:

• Goiás: do município de Doverlândia, o produtor Claudio José Ragagnin Junior e o consultor Jalel Augusto Bertotti conseguiram produzir 91,71 sacas por hectare;

• Minas Gerais: em Formoso, o produtor James Juliano Marchese e o consultor Cristiano Lopes Furtado alcançaram 73,56 sacas por hectare;

• Mato Grosso: em Lucas do Rio Verde, o produtor José Eduardo Macedo Soares Junior e o produtor Advando Alves conquistaram 96,45 sacas por hectare;

• Rio Grande do Sul: na cidade de Coxilha, o produtor Gustavo Gomes e a consultoria Prime Agrotecnologia chegaram a 107,11 sacas por hectare.

Campeões Municipais:

• Paraná: da cidade de Guarapuava, o produtor Alexandre Seitz e o consultor José Carlos Sandrini Junior conquistaram 126,79 sacas por hectare;

• Rio Grande do Sul: em Colorado, o produtor Ediomar Luiz Daudt Chagas e o consultor Romeo Sandri chegaram a 101,51 sacas por hectare;

• Rio Grande do Sul: do município de Santo Antonio do Planalto, o produtor Valdomiro Altmann e o consultor Fernando Cirolini chegaram a 98,61 sacas por hectare;

• Rio Grande do Sul: em Não Me Toque, o produtor e consultor Ademir Celso Rambo alcançou 97,20 sacas por hectare;

• Rio Grande do Sul: da cidade de Ernestina, o produtor André Luiz Heckler e a consultora Meiri Penz chegaram a 94,60 sacas por hectare;

• Rio Grande do Sul: da cidade de Tapera, o produtor Eduardo Bervian e o consultor Givago Souza Borghetti obtiveram 93,57 sacas por hectare;

• Rio Grande do Sul: de Mato Castelhano, o produtor Juliano Manfroi e o consultor Angelo Rigon Machado chegaram a 92,99 sacas por hectare;

• Rio Grande do Sul: em Carazinho, o produtor Renato Augusto Ahlert e o consultor Igor Jonas Pereira da Silva produziram a 92,37 sacas por hectare;

• Rio Grande do Sul: da cidade de Victor Graeff, o produtor Jairo Marcos Kohlrausch e o consultor Fernando Cirolini conquistaram 89,27 sacas por hectare;

• Rio Grande do Sul: em Almirante Tamandaré do Sul, o produtor Rômulo Delamar Lampert e o consultor Juliano Algeri chegaram a 88,92 sacas por hectare;

• Rio Grande do Sul: da cidade de Saldanha Marinho, o produtor Francisco Schreiner e o consultor Ediomar Daudt Chagas atingiram 84,33 sacas por hectare;

• Rio Grande do Sul: no município Três de Maio, o produtor Igor Beling e o consultor Lucas Nascimento do Amaral alcançaram 84,01 sacas por hectare;

• Rio Grande do Sul: da cidade de Tio Hugo, o produtor Wellington Cristiano Machado e o consultor Leoder da Silva Machado chegaram a 82,96 sacas por hectare.



quinta-feira, 12 de março de 2015

RS deve colher nova safra recorde de grãos em 2015, diz Emater

RS deve colher nova safra recorde de grãos em 2015, diz Emater

Projeção é de 29 milhões de toneladas de grãos, 14,8 milhões só de soja.
Números foram divulgados na Expodireto Cotrijal, em Não-Me-Toque.

Soja 5 (Foto: Ascom/Seagro) 

Soja deve injetar R$ 23 bilhões na economia do
estado (Foto: Ascom/Seagro)

 

O terceiro dia de atividades da Expodireto Cotrijal foi de boas notícias para o agronegócio gaúcho. Segundo balanço divulgado pela Emater-RS durante a feira em Não-Me-Toque, o Rio Grande do Sul deve colher uma nova safra recorde em 2014/2015 com quase 29 milhões de toneladas de grãos, entre arroz, feijão, milho e soja.
O destaque positivo desta safra é a soja, que apresentou um aumento de área de 2,8%, ultrapassando os 5 milhões de hectares plantados, o que permite projetar uma produção total de 14,84 milhões de toneladas do grão. "Se confirmados esses números, esta será a maior safra de soja do nosso Estado", anunciou o presidente da Emater-RS, Clair Kuhn.
O resultado foi atribuído às condições climáticas, à capitalização dos produtores a partir dos bons números da última safra e ao uso de tecnologias e, se confirmado, vai significar um impacto econômico de R$ 23 bilhões, a preço do mercado de hoje.
A redução no milho, que já era esperada pela migração em direção à soja, ficou em pouco mais de 5%. Apesar da irregularidade climática, a produtividade desta safra (6.232 kg/ha), se confirmada, será a maior até hoje alcançada pelo estado, com projeção de colheita de 5,46 milhões de toneladas.
Em relação ao arroz, o levantamento confirmou o aumento da área cultivada em relação à safra passada, que deverá ser ao redor de 2%, projetando um total de 1,13 milhão de ha. A produção deverá ser maior que a do ano passado em 2,99%, devido ao aumento na produtividade de 0,94%, resultando em 8,59 milhões de toneladas.
No feijão também foi confirmada a tendência de redução de área em relação à safra passada, de 5,24%. A produtividade, se confirmada (1.653 kg/ha), será a maior até hoje alcançada, possibilitando que a produção aumente em 9,39%, alcançando 80,4 mil toneladas este ano.

 

EXPOSITORES AGRICULTURA FAMILIAR Pavilhão 8

AGROINDUSTRIA LUCCA  LUCCA
AV.D R.
CASA BUCCO  CASA BUCCO
AV.D R.
LUCY PRODUTOS ARTESANAIS  LUCY PRODUTOS ARTESANAIS
AV.D R.
AVOCADO BR ÓLEOS  AVOCADO BR ÓLEOS
AV.D R.
EMBUTIDOS E PANIFICADOS HERMES  EMBUTIDOS E PANIFICADOS HERMES
AV.D R.
CASA DA SERRA  CASA DA SERRA
AV.D R.
AGROINDUSTRIA FAMILIAR SUKELLOS  AGROINDÚSTRIA FAMILIAR SUKELLOS
AV.D R.
AGROINDUSTRIA FAMILIAR BETALLATE  AGROINDÚSTRIA FAMILIAR BETALLATE
AV.D R.
APIÁRIO PADRE ASSIS  APIÁRIO PADRE ASSIS
AV.D R.
AGROINDUSTRIA SANTA BARBARA  AGROINDÚSTRIA SANTA BARBARA
AV.D R.
NOSSA CASA PRODUTOS COLONIAIS  NOSSA CASA PRODUTOS COLONIAIS
AV.D R.
DAFLA BURITI  DAFLA BURITI
AV.D R.
COOPEG  COOPEG
AV.D R.
CONSERVAS LETHI  CONSERVAS LETHI
AV.D R.
QUEIJOS NH  QUEIJOS NH
AV.D R.
MARTINHO ALIMENTOS  MARTINHO ALIMENTOS
AV.D R.
VINICOLA SCALCO  VINÍCOLA SCALCO
AV.D R.
AGROINDUSTRIA REGINATO  AGROINDUSTRIA REGINATO
AV.D R.
AVAPIS  AVAPIS
AV.D R.
CANTINA POLONESA ZBOROWSKI  CANTINA POLONESA ZBOROWSKI
AV.D R.
AGROINDUSTRIA FAMILIAR GUERRA  AGROINDUSTRIA FAMILIAR GUERRA
AV.D R.
PRODUTOS COLONIAS SOBUKI  PRODUTOS COLONIAS SOBUKI
AV.D R.
EMBUTIDOS AGNOLIN  EMBUTIDOS AGNOLIN
AV.D R.
VINICOLA LOCATELLI  VINÍCOLA LOCATELLI
AV.D R.
AGROINDUSTRIA FAMILIAR SCHONS  AGROINDUSTRIA FAMILIAR SCHONS
AV.D R.
AGROINDUSTRIA SEIBEL  AGROINDÚSTRIA SEIBEL
AV.D R.
DOCES SILBER  DOCES SILBER
AV.D R.
VINICOLA BAGGIO  VINICOLA BAGGIO
AV.D R.
MEL PRIMAVERA  MEL PRIMAVERA
AV.D R.
PAULO ALEX FALEIRO  PAULO ALEX FALEIRO
AV.D R.
CASA MORO DELICATESSEN  CASA MORO DELICATESSEN
AV.D R.
GRANJA CICHELERO  GRANJA CICHELERO
AV.D R.
KOLONIEBACKHAUS  KOLONIEBACKHAUS
AV.D R.
SUCOS POLEZI  SUCOS POLEZI
AV.D R.
CACHAÇARIA HARMONIE SCHNAPS  CACHAÇARIA HARMONIE SCHNAPS
AV.D R.
EMBUTIDOS BINI  EMBUTIDOS BINI
AV.D R.
CASA DO SABOR  CASA DO SABOR
AV.D R.
QUEIJOS DARIVA  QUEIJOS DARIVA
AV.D R.
ALAMBIQUE BEL VEDERE  ALAMBIQUE BEL VEDERE
AV.D R.
SUCO DE UVA INTEGRAL MATA NATIVA  SUCO DE UVA INTEGRAL MATA NATIVA
AV.D R.
PRODUTOS COLONIAIS GABRIEL  PRODUTOS COLONIAIS GABRIEL
AV.D R.
APIHOMEL  APIHOMEL
AV.D R.
AGROINDUSTRIA SETE SABORES  AGROINDÚSTRIA SETE SABORES
AV.D R.
CACHAÇA SEIVA MISSIONEIRA  CACHAÇA SEIVA MISSIONEIRA
AV.D R.
FERRARI ALIMENTOS  FERRARI ALIMENTOS
AV.D R.
DOCE VIDA ALIMENTOS NATURAIS  DOCE VIDA ALIMENTOS NATURAIS
AV.D R.
BOLACHAS TIA LECI  BOLACHAS TIA LECI
AV.D R.
CANTINA GUARNIERI  CANTINA GUARNIERI
AV.D R.
AGROINDUSTRIA SANTANA  AGROINDÚSTRIA SANTANA
AV.D R.
CACHAÇARIA WEBER HAUS  CACHAÇARIA WEBER HAUS
AV.D R.
EMBUTIDOS LUDKE  EMBUTIDOS LÜDKE
AV.D R.
PRODUTOS COLONIAS BEM NO PONTO  PRODUTOS COLONIAS BEM NO PONTO
AV.D R.
AGROINDUSTRIA IRMAOS GIACOMINI  AGROINDÚSTRIA IRMÃOS GIACOMINI
AV.D R.
MELADOS E SUCOS BARTZ  MELADOS E SUCOS BARTZ
AV.D R.
VINHOS E SUCOS ADAMS  VINHOS E SUCOS ADAMS
AV.D R.
DESTILADOS SANTIN  DESTILADOS SANTIN
AV.D R.
NOVO PALADAR DOCES  NOVO PALADAR DOCES
AV.D R.
COOPERATIVA AGROPECUARIA  COOPERATIVA AGROPECUARIA
AV.D R.
AGROINDUSTRIA RELVADENSE  AGROINDUSTRIA RELVADENSE
AV.D R.
PRODUTOS MAGALSKI  PRODUTOS MAGALSKI
AV.D R.
AGRODOCE  AGRODOCE
AV.D R.
VINICOLA PALUDO  VINÍCOLA PALUDO
AV.D R.
ERVATEIRA MARSANGO  ERVATEIRA MARSANGO
AV.D R.
RAPADURAS SCHEER  RAPADURAS SCHEER
AV.D R.
QUEIJARIA SOMACAL  QUEIJARIA SOMACAL
AV.D R.
VINICOLA VILENA  VINICOLA VILENA
AV.D R.
EMBUTIDOS WEBER  EMBUTIDOS WEBER
AV.D R.
CACHAÇA PRINCESA DO ARROIO  CACHAÇA PRINCESA DO ARROIO
AV.D R.
QUEIJARIA BLANGER  QUEIJARIA BLANGER
AV.D R.
APICULTURA REMPEL  APICULTURA REMPEL
AV.D R.
AGROINDUSTRIA KI-CANA  AGROINDUSTRIA KI-CANA
AV.D R.
AGROINDUSTRIA CASTOLDI  AGROINDUSTRIA CASTOLDI
AV.D R.
RODEIO DA FIGUEIRA  RODEIO DA FIGUEIRA
AV.D R.
AGROINDUSTRIA HENNIG  AGROINDÚSTRIA HENNIG
AV.D R.
AGROINDUSTRIA GIRASSOL  AGROINDÚSTRIA GIRASSOL
AV.D R.
EMBUTIDOS STEFFLER  EMBUTIDOS STEFFLER
AV.D R.
SUCOS TOLOTTI  SUCOS TOLOTTI
AV.D R.
ERVATEIRA PRENDA E PEÃO  ERVATEIRA PRENDA E PEÃO
AV.D R.
AGROINDUSTRIA FAMILIA SCHWERZ  AGROINDÚSTRIA FAMÍLIA SCHWERZ
AV.D R.
EMBUTIDOS SAUSEN  EMBUTIDOS SAUSEN
AV.D R.
EMBUTIDOS ARALDI  EMBUTIDOS ARALDI
AV.D R.
AGROBON PANIFICADOS  AGROBON PANIFICADOS
AV.D R.
NATURALLE DELLA COLONIA  NATURALLE DELLA COLÔNIA
AV.D R.
DELICIAS CAMPONESAS  DELÍCIAS CAMPONESAS
AV.D R.
AGROINDUSTRIA CAMPONES  AGROINDÚSTRIA CAMPONÊS
AV.D R.
FARINHAS BRANDT  FARINHAS BRANDT
AV.D R.
CACHAÇARIA STROH HUT  CACHAÇARIA STROH HUT
AV.D R.
MORANGOS TZIGA  MORANGOS TZIGA
AV.D R.
EMBUTIDOS GIRARDI  EMBUTIDOS GIRARDI
AV.D R.
OVOS DE CODORNA JR  OVOS DE CODORNA JR
AV.D R.
AGROINDUSTRIA SENTINELA  AGROINDÚSTRIA SENTINELA
AV.D R.
MERTZ EMBUTIDOS  MERTZ EMBUTIDOS
AV.D R.
BISCOITOS GARBIN  BISCOITOS GARBIN
AV.D R.
AGROINDUSTRIA AROMA  AGROINDÚSTRIA AROMA
AV.D R.
DELICIA DA COLONIA – SANTO ANTONIO DO PLANALTO  DELÍCIA DA COLÔNIA – SANTO ANTÔNIO DO PLANALTO
AV.D R.
AGROINDUSTRIA KOBELINSKI  AGROINDÚSTRIA KOBELINSKI
AV.D R.
COOPERNATURAL  COOPERNATURAL
AV.D R.
VINICOLA BASSANI  VINÍCOLA BASSANI
AV.D R.
BERGAMASCHI  BERGAMASCHI
AV.D R.
CARRARO  CARRARO
AV.D R.
CUIAS THERRY  CUIAS THERRY
AV.D R.
ERVATEIRA RAINHA DO SUL  ERVATEIRA RAINHA DO SUL
AV.D R.
AGROINDUSTRIA NEGRELLO  AGROINDÚSTRIA NEGRELLO
AV.D R.
SACI  SACI EMBUTIDOS
AV.D R.
VELHO ALAMBIQUE  VELHO ALAMBIQUE
AV.D R.
AGROINDUSTRIA DELICIA DO PAGO  AGROINDÚSTRIA DELICIA DO PAGO
AV.D R.
COOPERAC - DONA JURA  COOPERAC - DONA JURA
AV.D R.
COOPERAC - EMBUTIDOS VETORAZZI  COOPERAC - EMBUTIDOS VETORAZZI
AV.D R.
COOPERAC – SABOR DO CAMPO  COOPERAC – SABOR DO CAMPO
AV.D R.
QUIOSKE DO FRUSCHTIK  QUIOSKE DO FRUSCHTIK
AV.D R.
TAQUARUÇÚ DO SUL  TAQUARUÇÚ DO SUL
AV.D R.
CASA DO ARTESAO - PALMITINHO  CASA DO ARTESÃO - PALMITINHO
AV.D R.
ARTESANATO NOVA BOA VISTA  ARTESANATO NOVA BOA VISTA
AV.D R.
BOA VISTA DAS MISSÕES  BOA VISTA DAS MISSÕES
AV.D R.
CLE TAPETES - SEBERI  CLE TAPETES - SEBERI
AV.D R.
ARTEPLAN - PLANALTO  ARTEPLAN - PLANALTO
AV.D R.
ASSOCIACAO DOS ARTESAOS – CHAPADA – RS  ASSOCIAÇÃO DOS ARTESÃOS – CHAPADA – RS
AV.D R.
GRAMADO DOS LOUREIROS  GRAMADO DOS LOUREIROS
AV.D R.
ASSOCIACAO ARTESAOS  ASSOCIAÇÃO ARTESÃOS ATS
AV.D R.
ARTESANATO INDIGENA  ARTESANATO INDÍGENA
AV.D R.
GRUPO DE ARTESAS “PINTA E BORDA”  GRUPO DE ARTESÃS “PINTA E BORDA”
AV.D R.
ARTESANATO RURAL COLORADO  ARTESANATO RURAL COLORADO
AV.D R.
ARTESANARTE  ARTESANARTE
AV.D R.
ARTESANATO CANTINHO DA LAGOA  ARTESANATO CANTINHO DA LAGOA
AV.D R.
CASA DO ARTESAO  CASA DO ARTESÃO
AV.D R.
ARTESANATO SALDANHA MARINHO  ARTESANATO SALDANHA MARINHO
AV.D R.
RECI’CRIARE: CRIAR PARA RECICLAR – STO ANTONIO PLANALTO  RECI’CRIARE: CRIAR PARA RECICLAR – STO ANTONIO PLANALTO
AV.D R.
ACONCHEGO DO PLANALTO – STO ANTÔNIO DO PLANALTO  ACONCHEGO DO PLANALTO – STO ANTÔNIO DO PLANALTO
AV.D R.
APECATH  APECATH
AV.D R.
CASA DO ARTESANATO - VGR  CASA DO ARTESANATO - VGR
AV.D R.
CASA DO ARTESAO MAOS QUE CRIAM  CASA DO ARTESÃO MÃOS QUE CRIAM
AV.D R.
MANIA DE ARTE  MANIA DE ARTE
AV.D R.
GENTIL  GENTIL
AV.D R.
GRUPO VIDA RURAL  GRUPO VIDA RURAL
AV.D R.
ARTESANATO LAGOA VERMELHA  ARTESANATO LAGOA VERMELHA
AV.D R.
MORMAÇO  MORMAÇO
AV.D R.
CASA DA ARTESÃ  CASA DA ARTESÃ
AV.D R.
ARTESANATO RURAL DE QUINZE DE NOVEMBRO  ARTESANATO RURAL DE QUINZE DE NOVEMBRO
AV.D R.
ARTEMASEL - SELBACH  ARTEMASEL - SELBACH
AV.D R.
CUIAS TREVISOL  CUIAS TREVISOL
AV.D R.
ARTESANATO MIMOS DO CAMPO  ARTESANATO MIMOS DO CAMPO
AV.D R.
IRACI ARTESANATOS  IRACI ARTESANATOS
AV.D R.
M.N. ARTE RURAL  M.N. ARTE RURAL
AV.D R.
ARTESANATO IRMAOS CAMARGO  ARTESANATO IRMÃOS CAMARGO
AV.D R.
CRIACOES RO  CRIAÇÕES RÔ
AV.D R.
SIRLEI ARTESANATO RURAL  SIRLEI ARTESANATO RURAL
AV.D R.
ARTES WINCK  ARTES WINCK
AV.D R.
ARTESANATO STO ANTONIO  ARTESANATO STO ANTÔNIO
AV.D R.
FIOS E VESTES  FIOS E VESTES
AV.D R.
CUIAS BRONDANI  CUIAS BRONDANI
AV.D R.
ARTESANATO FENIX  ARTESANATO FENIX
AV.D R.
ARTESANATO FENIX  ARTESANATO FENIX
AV.D R.
PORONGOS E CIA  PORONGOS E CIA
AV.D R.
ARTESANATO MACHADO E MELO  ARTESANATO MACHADO E MELO
AV.D R.
ARTESANATO BENATI  ARTESANATO BENATI
AV.D R.
PILLAR ARTESANATO EM LA CRUA  PILLAR ARTESANATO EM LÃ CRUA
AV.D R.
ARTESANATO BITENCOURT  ARTESANATO BITENCOURT
AV.D R.
ARTESANATO CELIA SOUZA  ARTESANATO CELIA SOUZA
AV.D R.
ARTE NOSSA  ARTE NOSSA
AV.D R.
ORQUISEL  ORQUISEL
AV.D R.
ROSA DO DESERTO  ROSA DO DESERTO
AV.D R.
RAMAE PRODUCAO DE FLORES  RAMAE PRODUÇÃO DE FLORES
AV.D R.
GRUPO DE PRODUTORES DE FLORES  GRUPO DE PRODUTORES DE FLORES
AV.D R.
VIVEIRO SCHVAICKARDT  VIVEIRO SCHVAICKARDT
AV.D R.
CHACARA PEDACINHO DO CEU  CHÁCARA PEDACINHO DO CÉU
AV.D R.
FOLHAGENS TATSCH  FOLHAGENS TATSCH
AV.D R.
ORQUIDARIO PEBI  ORQUIDÁRIO PEBI
AV.D R.
HORTIFLORA  HORTIFLORA
AV.D R.
VIVEIRO MATA NATIVA  VIVEIRO MATA NATIVA
AV.D R.
FLORES - SELBACH  FLORES - SELBACH
AV.D R.
BONSAI SAN SEBASTIAN  BONSAI SAN SEBASTIAN
AV.D R.
EMBUTIDOS SAVADINSKY  EMBUTIDOS SAVADINSKY
AV.D R.
PANIFICADOS SAVADINSKY  PANIFICADOS SAVADINSKY
AV.D R.

Expodireto Cotrijal 2015 já recebeu 200 mil pessoas



Um público de 57.100 pessoas acompanhou o quarto dia da 16ª Expodireto Cotrijal.

Durante a quinta-feira, os visitantes puderam ter contato com o que há de mais moderno em termos de maquinário agrícola, produção animal e vegetal, além do 8º Fórum Florestal do Rio Grande do Sul, realizado no Auditório Central, que debateu os novos rumos para a cadeia produtiva de erva-mate e da indústria madeireira voltada à indústria, apresentando também as inovações tecnológicas pertinentes a estes setores.

À tarde, também no Auditório Central, aconteceu o Fórum Soja Brasil, que apresentou os prognósticos para a safra 2015. Já no Auditório da Produção, foram realizados, pela manhã, uma palestra sobre biotecnologia e à tarde o Encontro de Prospecções para Consolidar a Viabilidade da Cadeia do Trigo, que abordou a questão econômica e também técnica.

Para o vice-presidente da Cotrijal, Enio Schroeder, além de prestigiar a Expodireto Cotrijal, o público também busca um contato mais próximo com o que está sendo exposto na feira. “Os estandes estavam sempre cheios e os expositores não compreendem porque aqui na nossa região o público é mais curioso, questionando e buscando o conhecimento. Isto é interessante para todo mundo”, avaliou.

Ainda segundo Schroeder, o interesse demonstrado pelos visitantes em relação aos equipamentos expostos repercute durante todo o ano, não só apenas durante os dias em que ocorre a Expodireto Cotrijal. “A Expodireto vende para o ano inteiro, os negócios que acontecem durante o ano tiveram início aqui, e isto é o que buscamos”, disse. A 16ª edição da Expodireto Cotrijal encerra-se nesta sexta-feira, e já recebeu 200 mil visitantes em quatro dias. O total de negócios realizados durante a feira, bem como a data da próxima edição serão divulgados na tarde do dia 13.

Programação oficial tem palestra sobre empreendedorismo sustentável e debate com líderes da Scit/RS e Emater

Programação oficial tem palestra sobre empreendedorismo sustentável e debate com líderes da Scit/RS e Emater

V Fórum de Sustentabilidade do Corede Alto Jacuí

Duas atividades dividem o status de destaque no V Fórum de Sustentabilidade do Corede Alto Jacuí, que será realizado pela Universidade de Cruz Alta entre os dias 13 e 17 de abril. Uma delas será a palestra magna sobre empreendedorismo sustentável na civilização tecnocientífica. Celso Cândido de Azambuja, ministrante do encontro, possui doutorado em Psicologia, experiência em estudos de Filosofia e três livros publicados na área de ciência e tecnologia. A palestra será no dia 13, às 19h, no Ginásio II do Campus Universitário e marcará a abertura oficial do Fórum.

Outro encontro notório será na quinta-feira (16) à noite, no Salão Nobre do Campus. Um debate com presença do secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia (Scit/RS), Fábio de Oliveira, e do presidente da Emater, Clair Kuhn, abordará a inovação tecnológica e sustentabilidade, tema central do Fórum. Durante a atividade, que terá medicação do pró-reitor de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão da Unicruz, Diego Golle, também será deliberada a carta de intenções da quinta edição do evento.

As inscrições para participar do V Fórum de Sustentabilidade do Corede Alto Jacuí podem ser feitas pela internet, através do Portal da Unicruz.

Programação
13/4
19h: Abertura oficial - Palestra magna Empreendedorismo sustentável na civilização tecnocientífica
Ministrante: Prof. Dr. Celso Candido Azambuja
Local: Ginásio II

19h: Mostra fotográfica Mosaico de Olhares
Local: Ginásio I

14/4
14h: Pedagogia Universitária - Avaliando a inovação e tecnologia nos cursos de graduação da Unicruz
Ministrante: Prof. Luis César Minozzo - Universidade de Caxias do Sul
Local: Salão Nobre

17h30min: III Feira de Economia Solidária
Local: Estacionamento ao lado do Ginásio Poliesportivo do Campus

19h: III Mostra Científica
Local: Salas de aula do CCHS

15/4
14h: III Encontro Regional de Catadores.
Convidados: Cooperativa de Trabalho Amigas e Amigos Solidários (Cooarlas) de Canoas/RS e Movimento Nacional de Catadores de Materiais Recicláveis.
Local: Ginásio II

17h30min: III Feira de Economia Solidária
Local: Estacionamento ao lado do Ginásio Poliesportivo do Campus

19h: Trabalho de preparação para a sistematização da Carta de Intenções do Fórum.

16/4
14h: Sistematização da Carta de Intenções do Fórum
Local: Miniauditório do CCHS

19h: Debate sobre Inovação Tecnológica e Sustentabilidade e deliberação da Carta de Intenções do Fórum
Participantes: Fábio de Oliveira (Secretário Estadual de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia), Clair Kuhn (presidente da Emater) e lideranças políticas e científicas estaduais.
Mediador: Prof. Dr. Diego Golle - Universidade de Cruz Alta
Local: Salão Nobre do Campus

17/4
19h: III Mostra científica
Local: Salas de aula do CCHS

 

 

sábado, 14 de fevereiro de 2015

Lançamento da 16º Expodireto em Porto Alegre no Hotel Sheraton, projeta uma grande feira

Lançamento projeta uma grande feira 





















Otimismo. Esse foi o tema do pronunciamento do presidente da Cotrijal, Nei César Mânica, durante o evento de lançamento da 16ª Expodireto Cotrijal, nesta segunda-feira (9/2) em Porto Alegre.

Segundo ele, a confirmação de boas safras de milho e soja farão da Expodireto Cotrijal de 2015 um diferencial para o agronegócio brasileiro. “O produtor encontrará os mais diversos lançamentos e oportunidades de negócios. Serão cinco dias voltados para o desenvolvimento rural, com eventos direcionados para o homem do campo, lançamentos em diversos setores da feira (máquinas, produção vegetal, animal)”, disse Mânica.

O Governador José Ivo Sartori, prestigiou o evento e destacou a importância da feira no calendário gaúcho de exposições e fez referência ao trabalho da Cotrijal. “Para isso é bom semear coisas boas. Temos que aproximar e agregar, para que as pessoas sigam os grandes exemplos. E a Expodireto Cotrijal é um exemplo que coloca para frente e aponta para o amanhã”, disse Sartori. Para o governador , o DNA da Cotrijal – o cooperativismo-, é o grande exemplo de uma corrente que deu certo no RS.




O lançamento da Expodireto foi realizado no



Estiveram presentes também os deputados estaduais Gilberto Capoani (PMDB), Frederico Antunes (PP), Sérgio Turra (PP) e Gilmar Sossella (PDT), os deputados federais Giovani Cherini (PDT/RS), Jerônimo Göergen (PP/RS) e Luis Carlos Heinze (PP/RS), o senador Lasier Martins (PDT/RS). 
Sheraton Porto Alegre HOTEL, na Capital. Também estiveram presentes o vice-governador, José Paulo Cairoli, os secretários de Estado, Ernani Polo (Agricultura e Pecuária), Tarcísio José Minetto (Desenvolvimento Rural e Cooperativismo), Pedro Westphalen (Transportes e Mobilidade), Vieira da Cunha (Educação) e Cleber Benvegnú (Coordenação de Comunicação).

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

RS: Começa 25ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz

RS: Começa 25ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz

Evento em Tapes espera reunir 10 mil pessoas em três dias; cerimônia de colheita é no sábado, dia 7
A colheita do arroz no Rio Grande do Sul já começou e cerca de 230 hectares já foram colhidos, dos 1,125 milhão do Estado, que é o maior produtor nacional. Deste total, 18% está em estado vegetativo, 59% em reprodutivo e 22% em estado de maturação.
Ainda não há uma estimativa de produtividade para esta safra. Para este cálculo, é necessário que a região da Fronteira Oeste comece a colher de forma mais sistemática. 
A semeadura deste ciclo foi um pouco mais tardia e as perspectivas ainda são uma incógnita para os produtores, que estimam que o clima tenha prejudicado o desenvolvimento dos grãos.
O presidente do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga), Guinter Frantz, falou sobre preços no programa Mercado&Cia desta quinta, dia 5. Frantz confirma cotações boas e estáveis, mas lembrou o aumento de custos durante a safra.
– Diesel, energia elétrica, insumos. O controle de plantas daninhas foi prejudicado pela chuva e também houve mais fungos. Agora terá o aumento de frete – enumerou o presidente.
Abertura Oficial
A área do Parque de Exposições do Sindicato Rural de Tapes (RS) está pronta para receber o público nos três dias da 25ª edição da Abertura Oficial da Colheita do Arroz, que começa a partir desta quinta. A organização do evento espera cerca de 10 mil pessoas até o próximo sábado, quando será feita a colheita simbólica na área da sede da entidade rural do município.
A lavoura de um hectare onde será realizada a colheita com a participação de autoridades está pronta. O local destinado, segundo o agrônomo do Irga de Tapes Rudineli Carvalho, passou por diversos desafios, entre ele o clima. Os preparos iniciaram em agosto e a semeadura foi feita no dia 22 de setembro. 
– Ali não era uma área utilizada para a lavoura, era uma área de campo – conta.
Com os problemas climáticos, a opção foi a de fazer o cultivo pré-germinado. Carvalho explica que foi usada a variedade Irga 428 na lavoura. 
– Esta variedade tem um ciclo de maturação de 124 dias e já passamos deste tempo, podemos perceber a coloração amarela já dos grãos. A lavoura está pronta para colher no dia 7 de fevereiro – afirma.
Além da lavoura para a abertura, mais meio hectare foi implantado com lavouras de arroz, soja e milho que constituem as vitrines tecnológicas que os produtores poderão visitar nestes três dias de evento. 

Importações brasileiras em janeiro superam exportações em US$ 3,174 bilhões

Importações brasileiras em janeiro superam exportações em US$ 3,174 bilhões

Em relação a janeiro de 2014, cai a receita obtida com etanol, carnes e farelo de soja; sobem valores de vendas de café, trigo, algodão e milho
Brasil tem déficit de US$ 3,174 bilhões na balança comercial em janeiro de 2015, de acordo com informações divulgadas nesta segunda-feira, dia 2, pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
As exportações brasileiras no mês alcançaram a cifra de US$ 13,704 bilhões, contra importações de US$ 16,878 bilhões no período.
O valor referente às vendas externas representa uma retração de 10,4% sobre o mesmo mês do ano passado e de 17,9% sobre dezembro de 2014, pela média diária.
Apesar do resultado negativo, o déficit caiu 21,9% em relação a 2014. Em janeiro do ano passado, o país tinha importado US$ 4,068 bilhões a mais do que tinha exportado, o pior resultado da história para o mês. A diferença entre compras e vendas está caindo porque as importações estão recuando mais que as exportações.
Café
A exportação brasileira de café em grão no mês de janeiro (21 dias úteis) alcançou 2,725 milhões de sacas de 60 kg, o que corresponde a uma elevação de 7,04% em relação a igual mês do ano passado (2,546 milhões de sacas). Em termos de receita cambial, houve crescimento de 61,1% no período, para US$ 546,3 milhões em comparação com os US$ 339,1 milhões registrados em janeiro de 2013.
Quando comparada com dezembro passado, a exportação de café em janeiro apresenta queda de 10,5% em termos de volume - em dezembro os embarques somaram 3,045 milhões de sacas. A receita cambial foi 12,3% menor, considerando faturamento de US$ 623,1 milhões em dezembro passado.
Etanol
A receita com as vendas de etanol decresceu 24,7% em relação a janeiro de 2014, chegando a US$ 88 milhões. O Brasil exportou em janeiro 153,8 milhões de litros de etanol, o que corresponde a um aumento de 15,7% na comparação com os 132,9 milhões de litros embarcados em dezembro de 2014. 
Em relação a janeiro do ano passado, quando foram embarcados 192,8 milhões de litros, o volume é 20,2% menor. 
Suco de laranja
A receita com exportação de suco de laranja do Brasil atingiu US$ 161 milhões em janeiro de 2015, queda de 19,46% em comparação com os US$ 199,9 milhões do mesmo mês do ano passado. Na comparação com dezembro de 2014, o recuo foi de 39,1% sobre os US$ 264,2 milhões movimentados com os embarques da bebida.
O volume de suco de laranja exportado no mês passado foi de 176,7 mil toneladas, recuo de 7% ante as 190 mil toneladas embarcadas em janeiro de 2014 e de 36,6% na comparação com as 278,6 mil toneladas enviadas ao exterior em dezembro do ano passado.
O preço médio por tonelada do suco exportado em janeiro, de US$ 911,50, ficou 3,88% abaixo dos US$ 948,30/t de dezembro e foi 13,35% menor do que os US$ 1.052,00/t de janeiro do ano passado. 
Açúcar
O Brasil exportou em janeiro 1,777 milhão de toneladas de açúcar bruto e refinado, volume 2,3% menor que as 1,818 milhão de toneladas embarcadas em dezembro e 16,9% inferior ante as 2,137 milhões de toneladas registradas em igual mês de 2014. 
Dados do MDIC mostram que, do total embarcado no mês passado, 1,747 milhão de toneladas foram de açúcar demerara e 29,2 mil toneladas de refinado.
A receita obtida com a exportação total de açúcar em janeiro último foi de US$ 625,3 milhões, 5,3% menor que a registrada em dezembro (US$ 660,2 milhões) e 26,8% abaixo dos US$ 853,9 milhões computados em janeiro de 2014.
Celulose
O volume das exportações brasileiras de celulose recuou 3,2% em janeiro na comparação com o mesmo mês do ano anterior, para 957,1 mil toneladas. A receita arrecadada com a venda da commodity apresentou retração de 17,7% no período, para US$ 422,8 milhões.
O preço praticado no mês passado caiu 15% em relação a janeiro de 2014, e foi para US$ 441,8 por tonelada. No mesmo mês do ano anterior, a tonelada da celulose brasileira era vendida a US$ 519,5.
Em relação a dezembro de 2014, o mês de janeiro apresentou uma queda de 5,3% no volume de celulose exportada. Em valores, o recuo foi ainda maior, de 5,8% na comparação mensal. O preço praticado caiu 0,5% no período. 
Carnes
No grupo dos básicos, houve queda em relação a janeiro do ano passado nas receitas referentes a carne bovina (-25,5%, para US$ 326 milhões); carne suína (-16,5%, para US$ 65 milhões); farelo de soja (-13,8%, para US$ 408 milhões); e carne de frango (-8,6%, para US$ 418 milhões). 
No total das exportações de todos os produtos no primeiro mês deste ano, os principais países compradores foram, em ordem decrescente, Estados Unidos (US$ 1,975 bilhão); China (US$ 1,345 bilhão); Argentina (US$ 852 milhões); Países Baixos (US$ 772 milhões); e Alemanha (US$ 444 milhões).
Importações 
Quando comparadas às aquisições de janeiro de 2014, decresceram as importações de combustíveis e lubrificantes (-28,4%), bens de consumo (-14,2%), bens de capital (-8 %) e matérias-primas e intermediários (-7%).
No grupo dos combustíveis e lubrificantes, a retração ocorreu principalmente pela diminuição dos preços e das quantidades embarcadas de petróleo e óleos combustíveis.
No segmento de matérias-primas e intermediários, diminuíram as aquisições de produtos alimentícios, acessórios de equipamento de transporte, partes e peças de produtos intermediários, matérias-primas para agricultura, produtos agropecuários não alimentícios e produtos químicos/farmacêuticos.
Em termos de países, os cinco principais fornecedores do Brasil em janeiro de 2015 foram China (US$ 3,703 bilhões); Estados Unidos (US$ 2,542 bilhões); Alemanha (US$ 901 milhões); Argentina (US$ 783 milhões); e Coreia do Sul (US$ 612 milhões).